Integrantes do Inter foram julgados pelo STJD e acabaram sendo absolvidos de acusações
Em decisão recente da 5ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), os envolvidos nos protestos contra a arbitragem no jogo entre Internacional e Corinthians, disputado no dia 1º de outubro pela 26ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, foram absolvidos. A partida, realizada no Beira-Rio, terminou empatada em 1 a 1, com gols de Gui Negão para o Inter e Johan Carbonero para o Timão.
Pelo lado do Internacional, os denunciados foram Alessandro Barcelos (presidente), D’Alessandro (diretor de futebol), Juan Romanazzi (técnico de desempenho) e Jorge Oliveira Filho (vice-presidente jurídico). Do Corinthians, estavam entre os denunciados o técnico Dorival Júnior, o executivo de futebol Fabinho Soldado e o presidente Osmar Stabile.
As acusações foram baseadas no artigo 258, parágrafo segundo, inciso II, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê punições para atitudes, gestos ou ofensas desrespeitosas contra a arbitragem, classificadas como conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva. Para Dorival Júnior, a pena prevista era de uma a seis partidas de suspensão, e para os demais, de 15 a 180 dias de afastamento.
Membros do Inter foram inocentados por falta de provas
No entanto, a comissão concluiu que não havia provas suficientes para sustentar as denúncias, questionando a validade das reclamações registradas na súmula pelo árbitro Rodrigo José Pereira de Lima. Vale destacar que o Corinthians contestava o pênalti marcado no último lance da partida, que gerou o gol do Inter, alegando que não houve falta de Cacá em Bruno Henrique, enquanto o Internacional também manifestou insatisfação com a arbitragem.
Com essa decisão, o STJD encerra essa controvérsia sem aplicar punições aos envolvidos, permitindo que os clubes mantenham o foco exclusivamente no desempenho dentro de campo na reta final do Brasileirão 2025.



