Quanto o Inter ainda precisa arrecadar com negociações em 2025? Veja valores
O Internacional deu um passo importante na busca pela meta de arrecadar R$ 160 milhões em negociações de jogadores durante a temporada de 2025. Até o momento, o clube somou R$ 114,5 milhões em vendas, o que representa cerca de 71,5% do valor previsto no orçamento para o ano, mesmo após a saída de Enner Valencia ao Pachuca, do México, que não gerou receita direta para o Colorado.
Dentre as transações recentes, destaca-se a venda de Wesley ao Al-Rayyan, do Catar, por US$ 10 milhões (aproximadamente R$ 54,4 milhões na cotação atual). Como o Internacional detinha 50% dos direitos econômicos do atacante, o clube recebeu US$ 5 milhões (cerca de R$ 27,2 milhões). Além disso, o Colorado mantém 30% dos direitos econômicos de Alexandre Alemão, que foi negociado pelo Grupo Pachuca ao Rayo Vallecano por 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 28,66 milhões), resultando em uma receita aproximada de 1,5 milhão de euros (R$ 8,5 milhões) para o clube gaúcho.
Outras fontes de receita incluem R$ 700 mil referentes ao mecanismo de solidariedade da Fifa pela transferência do goleiro Carlos Miguel ao Palmeiras, além de R$ 37,8 milhões originados da cláusula de mais valia e solidariedade pela venda de Johnny, do Betis ao Atlético de Madrid.
Inter ainda precisa negociar jogadores para alcançar meta
Com uma diferença de R$ 45,5 milhões para bater a meta estabelecida, o Internacional monitora possibilidades de novas negociações, com nomes como Vitão, Thiago Maia, Gustavo Prado, Ricardo Mathias e Victor Gabriel no radar de potenciais transferências. A venda desses atletas é considerada essencial para equilibrar as finanças do clube, que atualmente ocupa a 12ª posição na tabela do Brasileirão, mas projeta terminar a competição entre os seis primeiros colocados.
O sucesso nas negociações também será fundamental para o planejamento e a montagem do elenco que defenderá o clube na próxima temporada, enquanto a diretoria busca manter a competitividade da equipe sob o comando de Roger Machado.



